Fonte: g1.com
Alguns usam a estatística como os bêbados usam postes:mais para apoio do que iluminação. Andrew Lang.
17.3.12
PESSOAS ACABARAM PRESAS DENTRO DO CARRO APÓS ACIDENTE NORECIFE
No Recife, caminhão derruba poste e deixa duas pessoas presas em carros
Um homem e uma mulher estavam dentro dos veículos na hora.
Eles não se feriram, mas foi preciso desligar a energia para removê-los.
Do G1 PE
12 comentários
Um acidente causou grande susto no Recife, no início da noite desta sexta-feira (16). Um caminhão que ia para a Zona Sul pela Avenida Domingos Ferreira atingiu um poste de telefonia que, por sua vez, derrubou um poste de energia elétrica, com fios de alta tensão, colocado no lado esquerdo da via. O poste de luz caiu sobre dois carros que estavam presos no congestionamento. Um homem e uma mulher estavam dentro dos veículos, mas não se feriram.
Motorista de caminhão atingiu poste de telefonia que, por sua vez, derrubou poste de energia elétrica sobre dois carros (Foto: Reprodução / TV Globo)
O acidente aconteceu por volta das 18h. A mulher dirigia um Citroën e conseguiu sair com a ajuda de pessoas que passavam no local. Já o homem, de 19 anos, ficou preso dentro do veículo. Foi preciso chamar uma equipe da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) para desligar a energia e o Corpo de Bombeiros, para retirá-lo de dentro do carro.
Veículos estavam parados no congestionamento quando aconteceu o acidente (Foto: Reprodução / TV Globo)

Fonte: g1.com
Fonte: g1.com
15.3.12
MAIS PROTESTO NO RECIFE: DESTA VEZ FORAM OS TAXISTAS
Atualizada às 16h08
Indignados, cerca de 100 taxistas fecharam nesta tarde (15) o acesso ao Aeroporto Internacional dos Guararapes / Gilberto Freyre pela Avenida Mascarenhas de Morais, Imbiribeira. Os manifestantes que saíram em carreata pelas ruas da Zona Sul por volta das 15h, haviam se concentrado no Geraldão, também na Imbiribeira, para discutir a determinação da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) de proibir táxis não credenciados pelo aeroporto de circular na área de desembarque, localizada no andar térreo. Os passageiros que embarcam e desembarcam no aeroporto estão atravessando as avenidas para ter acesso aos carros - particulares, ônibus ou táxis - e aos portões de embarque. A Infraero solicitou que os taxistas fizessem uma comissão de oito pessoas para subir e negociar. Eles recusaram a proposta. Os dirigentes regionais da Infraero estão negociando com os manifestantes na Avenida Mascarenhas de Morais.
Os taxistas seguiram em fila pela avenida numa velocidade média de 10 km/hora atrapalhando o fluxo de veículos em um dos principais corredores de tráfego da Zona Sul. Dois agentes da Infraero estão negociando com os manifestantes tentando convencê-los a desbloquear o acesso ao aeroporto.
Com a medida determinada pela CTTU, Os veículos só poderão circular e parar para deixar passageiros no setor de embarque, no primeiro andar. A penalidade para quem for flagrado na área restrita é de R$ 85,13, além de quatro pontos na carteira de habilitação. Se pegar um passageiro, o condutor receberá multa de R$ 200 e terá o veículo removido ao depósito da CTTU.
Antes, os taxistas não autorizados podiam passar pela área de desembarque. Agora, duas placas de sinalização – uma na Avenida Mascarenhas de Morais e outra na bifurcação entre o embarque e o desembarque – alertam sobre a restrição. Para o diretor de Transportes da CTTU, Carlos Augusto Elias, a medida visa garantir a qualidade e a segurança do serviço aos passageiros que chegam, além de proteger os direitos dos 120 taxistas das duas cooperativas que atuam no terminal.
Com informações da repórter Anamaria Nascimento
Fonte: www.pernambuco.com
ASSOCIAÇÃO : "DELEGADO NÃO PODE FICAR PRESO NO COTEL"
A presidência da Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (Adeppe) divulgou nesta quinta-feira uma mensagem sobre a prisão do delegado Tiago Cardozo, titular da Delegacia de Crimes Contra a Propriedade Imaterial, mais conhecida como Delegacia da Pirataria.
Presos na manhã de ontem, o delegado e mais quatro policiais da especializada vão responder pelos crimes de peculato, corrupção, condescendência criminosa, prevaricação e formação de quadrilha. Todos estão presos no Centro de Observação e Trigem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, para onde foram encaminhados ainda ontem, após prestarem depoimento.
Na nota, o presidente da entidade, Flaubert Queiroz , cobra garantias ao delegado que, segundo ele, não poderia ter sido encaminhado para o Cotel, mesma unidade prisional para onde teria enviado detentos. O documento acrescenta que Tiago ainda é considerado suspeito e ainda não foi julgado ou condenado pelos crimes.
Confira o documento na íntegra:
Exmos. Srs. Delegados
Muito nos entristece o fato ocorrido hoje, qual seja, a prisão do Delegado Tiago e seus Agentes, vez que, dói muito um fato que atinge nossa instituição, sobretudo quando "cortamos na própria carne".
Contudo, o processo criminal existe para julgar e condenar ou absolver os acusados, não nos cabendo neste momento fazer qualquer ilação à respeito do mérito da questão, que será tratado pelo Inquérito Policial e posteriormente pelo próprio processo penal. Contudo, não nos cabe também, neste momento, ficarmos inertes, silentes, quanto à possibilidade de um Policial, sobretudo um Delegado de Polícia ser encaminhado ao COTEL depois de ter mandado tantos presos para aquele mesmo local. Isto não é uma questão de privilégios e sim de garantias.
O Delegado, até o momento é apenas investigado e não um condenado. Entendo que o mínimo que podemos fazer, é sermos solidários com o colega, evitando que abusos sejam cometidos contra a sua pessoa. Não é aceitável nem razoável jogar um investigado à "cova dos leões". Se ele cometeu crimes que responda por isso, mas com todos os direitos e garantias que todo cidadão possui. Por fim, não estamos aqui advogando pela impunidade ou corrupção, mas apenas pelo respeito aos direitos que todo ser humano, policial ou não, detém.
Flaubert Queiroz
Fonte: www.pernambuco.com
OPINIÃO: TAMBÉM LAMENTO O ENCAMINHAMENTO DESTE DELEGADO PARAO COTEL, MAS O TEXTO DEIXA IMPLÍCITO QUE EXISTE SIM UM CERTO PESAR PELO FATO DA POLICIA CIVIL SER OBRIGADA A "DAR UM TIRO NO PRÓPRIO PÉ"
UMA BOA ALTERNATIVA SERIA ENCAMINHAR OS ENVOLVIDOS AO CREED - CENTRO DE REEDUCAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR, SÓ QUE SE TRATAM DE POLICIAIS CIVIS E NÃO PMs, MAS COMO LÁ É INVIÁVEL VAI AQUI UMA SUGESTÃO; CRIAR UM PRESÍDIO ESPECIAL PARA POLICIAIS CIVIS, FEDERAIS E ADVOGADOS
PEC-300 E JAQUES WAGNER
Maldição da PEC 300: Ação para cassação de Wagner vai a julgamento nesta quinta no TRE
A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) proposta pela Coligação “A Bahia Merece Mais” (DEM/PSDB), que reunia o Democratas e PSDB na disputa da eleição para governador em 2010, só hoje, depois de 18 meses, está entrando na pauta de julgamento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O relator do processo é o juiz Maurício Kertzsman, um dos candidatos da OAB à vaga de desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia.
A oposição deu entrada na ação em setembro de 2010, requerendo a cassação do registro e inelegibilidade do governador Jaques Wagner e de seu candidato a vice Otto Alencar. A medida judicial foi fundamentada no descumprimento do artigo 73 da Lei Eleitoral que proíbe a transferência de recursos públicos através de convênios nos três meses anteriores às eleições.
No período eleitoral, durante a gestão do então governador e candidato à reeleição Jaques Wagner, a Conder e a Bahiatursa, órgãos do governo estadual, publicaram convênios e fizeram pagamentos fora do prazo permitido pela Legislação Eleitoral. Continue lendo no BLOG AGRAVO
Saiba mais sobre o governador da Bahia:
Fonte: blog qap notícias
Deputado do PSDB xinga policial do Senado de "macaco". (Processo de DECORO NELE...)
O deputado confirmou ter dito "vai catar um pau para subir" ao funcionário


O deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) foi acusado hoje de racismo praticado dentro do Congresso. A Polícia do Senado vai investigar a ocorrência, que teve como alvo um servidor público. O boletim de ocorrência informa que o Leréia chamou o policial de pele negra de "macaco" e que mandou que ele "procurasse um pau para subir", antes de se dirigir do plenário para o cafezinho dos senadores.
A ofensa, de acordo com o documento, começou quanto o policial, que trabalha no Senado e não na Câmara, pediu ao deputado que se identificasse. Irritado, Leréia respondeu que o servidor deveria saber quem era ele ou que, então, "procurasse na Internet porque ele não iria se identificar". E repetiu a sugestão de "procurar um pau para subir", ofensa testemunhada de perto por dois senadores. Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) pediu ao policial que "não retornasse mais a falar com o cidadão que se dizia deputado". "Foi feio, o segurança usou a prerrogativa, mas ele não quis se identificar", lembrou Valadares. Já o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) entendeu que o policial falou com o deputado num tom elevado de voz e com o dedo em riste. "Eu teria dado voz de prisão" (contra o servidor), disse o senador peemedebista.
O boletim de ocorrência registra que não foi esse o primeiro envolvimento de Carlos Alberto Leréia numa ocorrência no plenário do Senado. Na ocasião anterior, ele teria mandado outro policial "tomar no c...".
O deputado confirmou ter dito "vai catar um pau para subir" ao funcionário. Mas negou tê-lo chamado de macaco e alega que não tem de se identificar para entrar no plenário. "Ele queria que eu mostrasse a identidade", protestou, dizendo que acha desnecessário até mesmo usar na lapela o broche de parlamentar. "Não vou mostrar a identidade no Congresso, se broche for a maneira de entrar aí (plenário), é só mandar fazer (um broche). Radialista, Leréia disse que mandou seus advogados entrarem com uma representação contra o policial. Já o diretor-geral da Policia do Senado, Pedro Araujo, informa que, se confirmados, os fatos constarão da representação que será encaminhada à corregedoria do Senado, à qual compete pedir providências à corregedoria da Câmara dos Deputados.
A ofensa, de acordo com o documento, começou quanto o policial, que trabalha no Senado e não na Câmara, pediu ao deputado que se identificasse. Irritado, Leréia respondeu que o servidor deveria saber quem era ele ou que, então, "procurasse na Internet porque ele não iria se identificar". E repetiu a sugestão de "procurar um pau para subir", ofensa testemunhada de perto por dois senadores. Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) pediu ao policial que "não retornasse mais a falar com o cidadão que se dizia deputado". "Foi feio, o segurança usou a prerrogativa, mas ele não quis se identificar", lembrou Valadares. Já o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) entendeu que o policial falou com o deputado num tom elevado de voz e com o dedo em riste. "Eu teria dado voz de prisão" (contra o servidor), disse o senador peemedebista.
O boletim de ocorrência registra que não foi esse o primeiro envolvimento de Carlos Alberto Leréia numa ocorrência no plenário do Senado. Na ocasião anterior, ele teria mandado outro policial "tomar no c...".
O deputado confirmou ter dito "vai catar um pau para subir" ao funcionário. Mas negou tê-lo chamado de macaco e alega que não tem de se identificar para entrar no plenário. "Ele queria que eu mostrasse a identidade", protestou, dizendo que acha desnecessário até mesmo usar na lapela o broche de parlamentar. "Não vou mostrar a identidade no Congresso, se broche for a maneira de entrar aí (plenário), é só mandar fazer (um broche). Radialista, Leréia disse que mandou seus advogados entrarem com uma representação contra o policial. Já o diretor-geral da Policia do Senado, Pedro Araujo, informa que, se confirmados, os fatos constarão da representação que será encaminhada à corregedoria do Senado, à qual compete pedir providências à corregedoria da Câmara dos Deputados.
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