15.10.13

COMO ASSIM? POLICIA CIVIL FISCALIZANDO PMs

Representantes do Ministério Público e da Polícia Civil vão filmar as abordagens feitas pela Polícia Militar a pessoas com os rostos cobertos, mascaradas e que estejam usando mochilas. A revista será feita, por policiais militares identificados, na manifestação prevista para amanhã (15), Dia do Professor.
A concentração está marcada para as 15h, na Candelária, no centro do Rio. Os professores sairão em passeata pela avenida Rio Branco.
A decisão de filmar a ação da PM foi tomada durante uma reunião no quartel-general da corporação, com a participação do Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação), da Polícia Civil, Ministério Público e Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos.
A iniciativa partiu do comandante-geral da PM, coronel José Luis Castro Menezes, com a finalidade de viabilizar mecanismos de controle e monitoramento da ação policial nas ruas e torná-los eficazes na preservação da ordem pública, reduzindo as possibilidades de confronto e o consequente uso de força.

"FOI MEU SALVADOR". A AFIRMAÇÃO FOI DO MOTOQUEIRO QUE TEVE A MOTO RECUPERADA GRAÇAS A AÇÃO RÁPIDA DE PM QUE BALEOU O ASSALTANTE. TUDO FILMADO PELA VÍTIMA. ASSISTA TUDO AGORA

Ação criminosa, que terminou com um bandido baleado, foi registrada por câmera no capacete da vítima
Tentativa de assalto ocorreu no sábado (12) / ReproduçãoTentativa de assalto ocorreu no sábado (12)Reprodução
O motociclista que filmou a tentativa de assalto sofrida por ele no último sábado (12), na zona leste de São Paulo, concedeu uma entrevista ao "Primeiro Jornal", da Band.

Ao parar em um semáforo com sua motocicleta, a vítima foi abordada por dois criminosos em outra moto, sendo que um deles o ameaçou com um revólver. Quando se preparava para fugir, a dupla foi surpreendida por um cabo da PM que passava pelo local de carro. Fardado, o agente atirou duas vezes contra o bandido armado, que caiu ferido e foi preso. O outro ladrão conseguiu fugir.

"Foi meu salvador. Na hora eu pensei: 'Graças a Deus que apareceu um santo homem na minha frente para resolver a situação' ", disse o motociclista assaltado, que trocou poucas palavras com o policial e apenas teve a chance de agradecê-lo.

A vítima, que teve sua identidade preservada, confessou que teve medo de morrer ao pensar que o bandido poderia ter disparado se tivesse notado a câmera acoplada em seu capacete. "Ele estava com o dedo no gatilho", afirmou.

Em conversa com a BandNews FM, o motociclista disse pode se desfazer do veículo após o susto. "Estou pensado em passar ela para frente, em vender, não desejo isso para ninguém", justificou.

O assaltante ferido levou dois tiros e foi levado para o pronto-socorro do Hospital do Tatuapé, onde foi atendido. Segundo a instituição médica, ele passa bem e não corre risco de morrer.

ASSISTA AGORA


1.10.13

SÉRIE DE INSATISFAÇÕES PODEM GERAR GREVE NO MAIOR EFETIVO POLICIAL DO BRASIL.

Manifestação acontece a partir das 9h em frente ao Palácio dos Bandeirantes
Dezenove associações de policiais militares devem estar representadas, na manhã desta terça-feira (1º), em frente ao Palácio dos Bandeirantes, na zona sul de São Paulo, para uma manifestação contra recentes anúncios de aumento salarial feitos pelo governo do Estado.

Na semana passada, o governador Geraldo Alckmin oficializou a criação de gratificação para a carreira de delegado de polícia, que vai elevar o salário da categoria. A decisão irritou o comando da Polícia Militar, já que o plano busca desvincular os salários dos delegados dos valores pagos aos oficiais da PM.

Um dia depois do anúncio, o deputado estadual major Olímpio Gomes (PDT) já afirmou que colocaria “a tropa da ativa na rua” e fecharia “a frente do Palácio dos Bandeirantes”. Também em reação ao plano, o vereador coronel Paulo Adriano Telhada (PSDB) disse que Alckmin tratou os policiais como “filhos bastardos”.

Em entrevista ao Portal R7, Gomes explicou que o protesto desta terça-feira também se opõe ao anúncio anterior de reajuste de 7% para todas as carreiras de policiais, incluindo os ativos e os inativos. Para o deputado, o aumento é “insignificante”, uma vez que representa um ganho real de apenas 1,38% para os policiais militares.

— Queremos uma revisão salarial mais justa do que esses 7% no padrão. Essa é a reivindicação maior. Em um segundo momento, queremos que seja apresentada uma proposta de reestruturação das carreiras de policiais militares, porque as promoções são extremamente demoradas e desmotivantes.
A concentração, que está marcada para as 9h na praça Vinícius de Moraes, nos arredores da sede da administração paulista, também deve ter a presença de agentes penitenciários e de policiais civis.

O major explica que os policiais civis estão reivindicando a apresentação de uma reestruturação das carreiras. Já os agentes penitenciários querem cobrar o governo pela redução de oito classes na carreira para seis, o que teria sido prometido, mas não vem sendo cumprido.

Greve

O ato, segundo Olímpio, deve ser o primeiro de uma série. Ele explicou que visitou na semana passada alguns quartéis da Polícia Militar pela capital, pedindo apoio daqueles agentes que estiverem afastados ou de folga, e compreensão dos que estiverem em serviço durante a manifestação, evitando que o “protesto ordeiro e pacífico” possa ser marcado por algum tipo de tensão extra.

— Logicamente eles terão missão deles de balizar e acompanhar, mas que não tenha qualquer ação de força para impedir a manifestação, porque ela terá um caráter pacífico, ordeiro, mas incisivo na porta do palácio do governo para dizer o que está acontecendo com a família policial, e por consequência o desdobramento disso em uma péssima prestação de segurança pública que a população tem hoje.v
Para Olímpio, embora a Constituição Federal proíba que policiais militares realizem greves, tal condição não está descartada em São Paulo.

— Sendo certo que o ato será o primeiro de uma série, em que não havendo o atendimento, poderá se chegar a uma paralisação das atividades da Polícia Militar. Muito embora, constitucionalmente, exista um impedimento do Estado para sindicalização e paralisação de policiais militares, tivemos exemplos recentes nos últimos dez anos na Bahia, em Minas Gerais, no Amazonas, no Rio de Janeiro com os bombeiros, em que a situação ficou tão aguda que houve uma mobilização mais intensa, se chegando a uma paralisação das atividades.

Os líderes da manifestação não esperam ser recebidos por Alckmin nesta terça-feira, tampouco montar acampamento em frente aos portões do Palácio dos Bandeirantes. Para a categoria, o momento é de “marcar posição”. (Fonte: R7).


Fonte: qthdanoticia / R7.com

27.9.13

GRAVE ACIDENTE EM JABOATÃO

Um acidente envolvendo um carro de passeio e um ônibus da companhia Vera Cruz deixou um morto e um ferido na manhã desta sexta-feira (27), na Estrada da Muribeca, na entrada do Conjunto Marcos Freire, em Jaboatão dos Guararapes. O Corpo de Bombeiros ainda não confirmou o nome do homem que ficou preso das ferragens e acabou morrendo. O ferido se encontra consciente e já está recebendo cuidados médicos. 

Fonte: ne10

POLICIA CIVIL DE PERNAMBUCO EM ESTADO DE GREVE

Os policiais civis do Estado decidiram, após assembleia realizada na noite desta quinta-feira (26), na sede do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol), entrar em estado de greve. Os profissionais continuarão exercendo suas atividades até que uma nova assembleia seja realizada, no dia 17 de outubro, quando eles decidirão se cruzam ou não os braços.


Dentre as reclamações da categoria estão os baixos salários, falta de efetivo, carga horária de trabalho excessiva e o não pagamento de horas extras e adicional noturno.


Na última quarta-feira (25) a diretoria do Sinpol realizou um ato na Avenida Agamenon Magalhães, no bairro do Derby, para conscientizar a população a respeito das reinvidicações do grupo. Os policiais espalharam faixas pela via e distribuíram panfletos a motoristas e pedestres com informações sobre os pleitos da categoria.


Fonte: JC