5.7.13

EDUARDO CAMPOS: "TEMOS QUE GARANTIR A ORDEM PUBLICA"

Governador exige o fim da

 greve dos rodoviários

O governador Eduardo Campos determinou ao Consórcio Metropolitano de Transportes que exija das empresas operadoras do transporte coletivo da Região Metropolitana do Recife a imediata regularização do serviço, sob pena de sofrer as penalidades previstas.  
"Antes da greve acontecer, nossos secretários tentaram, de todas as formas, ajudar para que a negociação entre empresários e representantes dos trabalhadores tivesse um entendimento. A Justiça do Trabalho chegou a fazer uma reunião de mais de 12 horas, onde se desenhava um acordo, mas não foi possível, por causa de uma briga na base sindical. Aí houve o julgamento do dissídio e essa decisão nos dá a condição de exigir das empresas que cumpram o contrato que têm com o estado e ofereçam os ônibus, nem que para isso tenham que contratar pessoas para colocar os ônibus em funcionamento˜, disse o governador.
Eduardo Campos avisou, ainda, que as empresas poderão pedir reforço policial para a operação e que esse apoio será assegurado. "O Estado não é dono de ônibus e a Justiça é quem julga a legalidade das greves. Nós temos a responsabilidade de garantir a ordem pública e isso nós faremos", frisou.  
O governador acrescentou que a participação do estado não terá como conseqüência qualquer aumento de tarifa, que foi recentemente reduzida. "Este é um assunto encerrado e jogo combinado de empresas com sindicato não vai nos obrigar a aumentar tarifa", disse.
Fonte Secretaria de Imprensa de Pernambuco / Taís Paranhos




EDITORIAL

Isso é um singelo sinal que o governador não exitará em utilizar a força policial pra conter as manifestações do rodoviários em Recife.
Sabemos que a atuação de Eduardo Campos é limitada em uma situação dessa, mas como ele é o chefe do executivo estadual, pode influenciar ( e muito ) na decisão do judiciário e também na atuação dos policiais.

Os PMs não podem se deixar levar e atuar de forma truculenta com  os motoristas e cobradores, afinal são apenas trabalhadores que receberam de oferta míseros 7%  de reajuste (  reajuste? )


Bom, só nos resta aguardar o desenrolar  das próximas cenas dessa novela.


BSP


APRESENTADOR DA REDE RECORD É CONDENADO A PRISÃO DEPOIS DE ACUSAÇÕES DE JORNALISTA GLOBAL

O apresentador Paulo Henrique Amorim, da TV Record, foi condenado à prisão por chamar o jornalista Heraldo Pereira, da TV Globo, de "negro de alma branca".
A pena, por crime de "injúria preconceituosa", foi fixada em um ano e oito meses de reclusão, e substituída por pena restritiva de direito a ser ainda definida.
Heraldo Pereira e Paulo Henrique Amorim brigam na justiça
Como Amorim completou 70 anos em fevereiro, os desembargadores diminuíram a pena em três meses, "diante da atenuante de senilidade" prevista em lei.
Em 2009, o apresentador, que mantém um blog na internet, publicou um texto com críticas a Heraldo Pereira. Nele, disse que o jornalista era "negro de alma branca" que "não conseguiu revelar nenhum atributo para fazer tanto sucesso, além de ser negro e de origem humilde".
Na sentença, a desembargadora Nilsoni de Freitas Custódio considerou que as declarações de Amorim "foram desrespeitosas e acintosas à vítima" e que "foi nítida a intenção de ofender a honra" de Pereira.
A advogada Maria Elizabeth Queijo, que representa Amorim, disse que vai recorrer. "O Paulo exerceu o direito de crítica. Ele tem esse estilo muito contundente, irônico, cortante. Mas a história toda da vida dele é de defesa dos negros, das cotas, de políticas afirmativas. Soa estranho ser acusado dessas práticas."
No ano passado, Amorim teve que se retratar publicamente, em anúncios de jornais, por causa das declarações sobre Heraldo Pereira.

CASO TELEXFREE: MP QUER INDENIZAÇÃO AOS DIVULGADORES

Empresa terá que apresentar relação de divulgadores e seus investimentos.
MP pede também a declaração de nulidade de todos os contratos.

Rayssa NataniDo G1 Acre

Divulgadora Telexfree (Foto: Tácita Muniz/G1)Divulgadores estão se sentindo prejudicados (Foto: Tácita Muniz/G1)
As promotorias de Defesa do Consumidor, de Defesa dos Direitos Humanos e do Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco),  do Ministério Público do Acre, ajuizaram ação que propõe, entre outros pontos, o ressarcimento dos divulgadores da Telexfree (Ympactus Comercial LTDA), impedida pela Justiça de ingressar novos investidores.
Marco Aurélio Ribeiro promotor de justiça Acre (Foto: Asscom MP-AC / Divulgação)Promotor Marco Aurélio Ribeiro
(Foto: Asscom MP-AC / Divulgação)
De acordo com o promotor de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos, Marco Aurélio Ribeiro, a empresa terá que apresentar a relação de todos os divulgadores cadastrados e valores investidos por eles. "Nós pedimos que sejam ressarcidos os divulgadores nos valores que eles ingressaram.  E se houver saldo residual apurado, que eles sejam revertidos em prol de pagar as bonificações que foram prometidas pela empresa", explica.
Além disso, o MP pede a declaração de que as atividades da Telexfree são ilícitas para que ela seja dissolvida. "Pedimos a confirmação das decisões que foram dadas naAção Cautelar, a declaração de nulidade de todos os contratos celebrados entre a empresa e os divulgadores. Eles foram celebrados dentro de um objeto ilícito e já que é ilícito o contrato é nulo", afirmou Aurélio.
A ação ajuizada pede ainda a condenação da empresa por danos morais coletivos, a responsabilização dos sócios por prática de atos ilícitos e pagamento de multa de no mínimo R$ 8 milhões. "Pedimos também que tanto a empresa quanto os sócios se abstenham a praticar qualquer ato dessa natureza futuramente sob pena de multa", concluiu o promotor.
Entenda o caso
A atuação da empresa está suspensa em todo o país por decisão da Justiça do Acre desde o dia 18 de junho, que impediu novas adesões e pagamentos aos divulgadores.
A Telexfree é suspeita de atuar em um esquema de pirâmide financeira, ilegal no Brasil. Esse tipo de negócio pode prejudicar os últimos investidores a aderirem. A estimativa é de que cerca de 1 milhão de pessoas em todo o país tenham se associado à Telexfree.


Fonte: www.qthdanoticia.blogspot.com

3.7.13

CASO TELEXFREE

Tribunal superior disse que ainda estão pendentes recursos no TJ do Acre.
Justiça do Acre suspendeu atuação e provocou protestos de colaboradores.

Mariana OliveiraDo G1, em Brasília
119 comentários
Uma decisão tomada nesta terça-feira (2) pela ministra Isabel Gallotti, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), manteve suspensas as operações da Telexfree. O tribunal não chegou a analisar o recurso da empresa Ympactus Comercial Ltda, operadora da Telexfree, por entender que ainda havia pendências para serem analisadas pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC).
atuação da empresa em todo o país está suspensa por decisão da Justiça do Acre desde o dia 18 de junho, o que provou protestos por parte de divulgadores que investiram dinheiro no negócio. A Justiça impediu novas adesões e pagamentos aos divulgadores.
A Telexfree é suspeita de atuar em um esquema de pirâmide financeira, ilegal no Brasil. Esse tipo de negócio pode prejudicar os últimos investidores a aderirem. A estimativa é de que cerca de 1 milhão de pessoas em todo o país tenham se associado à Telexfree.
A ministra Isabel Galloti disse ainda que um novo recurso ao STJ pode ter dificuldades de prosperar uma vez que não é possível reexame de provas que avaliem a diferença entre pirâmide financeira e marketing multinível ou marketing de rede, atividade na qual a empresa afirma atuar.
O entendimento do STJ é de que não se pode reanalisar provas colhidas e discutidas em instâncias inferiores.
“Acrescento ainda que, na hipótese em análise, para real compreensão da controvérsia, haveria necessidade de reexame do conteúdo fático probatório dos autos, justamente em relação à diferenciação entre as atividade que a requerente alega desenvolver e a pirâmide financeira, o que faria também incidir o óbice do enunciado 7 da súmula desta Corte”, afirmou a magistrada.
Nesta terça, o presidente do TJ do Acre, Roberto Barros, afirmou a jornalistas que osprotestos realizados por divulgadores não vão influenciar no julgamento sobre o caso, que será realizado na próxima segunda-feira (8) na 2° Câmara Civil do tribunal. O tribunal deve decidir se a empresa pode ou não voltar a atuar.
Além disso, o Ministério Público do Rio Grande do Norte informou que vai abrir um inquérito civil para investigar a atuação de empresas de marketing multinível no estado. As empresas investigadas são Telexfree, BBom, NNex, Multiclick, Priples e Cidiz.  A promotoria de Defesa do Consumidor será responsável por apurar se o funcionamento destas empresas se constitui em pirâmide financeira.

2.7.13

MAIS CONFORTO? VEJA FOTO E TIRE SUAS CONCLUSÕES

Os terminais integrados estão sendo contruídos aos montes em recife e região, porém não existe um "plano b" para que os usuários tenham um pouco de conforto enquanto esperam seu transporte.
 O que dizer a respeito desse flagrante e da propaganda como pano de fundo?
f
Fonte: www.taisparanhos.blogspot.com.br