8.3.13

CONDENADO


Bruno acaba de ser condenado pela morte de Eliza Samudio


O goleiro Bruno Fernandes foi condenado pelo assassinato de Eliza Samudio, morta em junho de 2010. O promotor Henry Vasconcelos afirmou que ficou satisfeito com a decisão do júri na madrugada desta sexta-feira (8). Bruno respondia pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado.
Pouco antes da leitura da sentença, o assistente de acusação, Cidney Karpinski, disse à TV Record que a família de Eliza estava satisfeita com a decisão do júri, composto por sete pessoas.
A sessão desta quinta-feira (7), no Fórum de Contagem, na região metropolitana de BH, foi dedicada aos debates entre promotoria e defesa do jogador e de sua ex-mulher, Dayanne Rodrigues. Os réus chegaram a ser ouvidos novamente no salão do júri e responderam perguntas dos advogados de defesa.
Em depoimento dado na última quarta-feira (6), o goleiro culpou o braço-direito, Luiz Henrique Romão, o Macarrão, pelo crime. Bruno disse que Macarrão e Bola mataram a modelo e jogaram o corpo aos cães. Ele afirmou que o então melhor amigo teria contratado Bola para assassinar Eliza.
Em novembro, o processo sobre a morte de Eliza foi desmembrado, e foi concluído apenas o julgamento de Macarrão e de outra ex-amante de Bruno, Fernanda Castro Gomes. O ex-amigo de Bruno foi condenado a 15 anos de prisão pela morte de Eliza Samudio. Por sua vez, Fernanda foi considerada culpada pelos crimes de sequestro e cárcere privado de Eliza e de Bruninho. Pegou pena de cinco anos em regime aberto.
Fonte: Jornalista Thaís Paranhos / R7.com

7.3.13

COMANDANTE DOS BOMBEIROS DO RIO CAI APÓS MORTE DE DESEMBARGADOR EM INCÊNCIO


Rio -  O comando do Quartel da Gávea do Corpo de Bombeiros mudará a partir desta quarta-feira. A troca acontece dois dias após o incêndio em um apartamento no Leblon, onde o desembargador Damião Areosa, de 57 anos, e sua esposa Cristiane Teixeira Pinto, de 33 anos, morreram após pularem do prédio ao tentarem fugir das chamas.
O capitão José pelo Carlos Constantino será substituído pelo tenente-coronel Roberto Gomes, que comandava o Grupamento de Ricardo de Albuquerque, na Zona Norte. De acordo com o secretário estadual de Defesa Civil e comandante da corporação, Sérgio Simões, a mudança não tem relação com o episódio. O quartel ainda ganhará o reforço de mais 50 soldados.
Parentes e amigos emocionados em enterro
O desembargador federal do Trabalho, José Ricardo Aerosa D. Araújo, 58 anos, e a esposa Cristiane Pinto Teixeira, 33 anos, foram enterrados na tarde da última segunda-feira, no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul do Rio.
Cerca de 70 pessoas acompanharam o cortejo. Emocionados, parentes e amigos aplaudiram o sepultamento. O casal morreu após acabaram pular do prédio em que moravam, quando o apartamento deles pegava fogo no último andar. José Ricardo morreu no local. A esposa do desembargador chegou a ser encaminhada em estado grave ao hospital Miguel Couto, na Gávea, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu na unidade.
Foto: Paulo Alvadia / Agência O Dia
Aparamento onde casal morava ficou destruído | Foto: Paulo Alvadia / Agência O Dia
Demora em atendimento
A Polícia Civil afirma que os laudos da perícia têm previsão para ficarem prontos de 15 a 30 dias, dependendo da complexidade. De acordo com as primeiras informações, o incêndio pode ter começado em uma tomada na sala.
A Cedae informou que enviou uma equipe ao local e constatou que no hidrante havia 20 metros de coluna d'água e que a mesma água tinha pressão para subir. Quem faz manutenção nos hidrantes é o Corpo de Bombeiros.
O comandante do Quartel de Copacabana, Tenente Coronel Alex Vander, negou que tenha havido demora na chegada das equipes para controlar o incêndio que atingiu um apartamento na Rua General Venâncio Flores, no Leblon, Zona Sul.
Em entrevista ao RJTV, o comandante disse que a primeira equipe, destacada do Quartel da Gávea, chegou ao local por volta das 23h30, seis minutos depois de ser acionada, com três viaturas e nove homens.
Às 23h37, os militares pediram reforço ao Quartel de Copacabana, que foi ao local com cinco viaturas e 20 homens, de acordo com Vander.
Outra reclamação foi que as viaturas não tinham escada magirus. O tenente confirmou que o Quartel da Gávea não possui a escada, mas o Quartel de Copacabana sim. O comandante negou também que o hidrante não tivesse água. Segundo ele, havia água suficiente e não foi necessário o seu uso.
Fonte: www.ig.com.br

5.3.13

HUGO CHAVEZ ESTÁ MORTO

Ferrenho crítico do neoliberalismo e do governo dos Estados Unidos, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, morreu aos 58 anos nesta terça-feira (5), vítima de um câncer na região pélvica, com o qual convivia há um ano e meio. Desde que sua enfermidade foi diagnosticada, em junho de 2011, Chávez passava longos períodos em Cuba, onde tratava a doença.

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Antes de viajar à ilha pela última vez, em dezembro de 2012, Chávez fez um pronunciamento na televisão venezuelana, no qual aludiu ao risco de morte ou de complicações maiores. Na ocasião, ele também indicou o seu sucessor, o vice-presidente e chanceler Nicolás Maduro.

No dia 18 de fevereiro, Chávez voltou à Venezuela de forma de surpreendente após dois meses em Cuba. "Chegamos de novo à Pátria venezuelana. Obrigado Deus meu!! Obrigado povo amado!! Aqui continuaremos o tratamento", escreveu na ocasião em seu perfil no Twitter.

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Desde então, a oposição vinha cobrando mais clareza por parte do governo sobre o estado de saúde o mandatário.

Em outubro de 2012, Chávez havia sido reeleito presidente da Venezuela, com 54% dos votos. Como faleceu antes de assumir o governo, o país deverá passar por novas eleições. O ex-governante já deixou o seu recado sobre o futuro do país. "Vocês todos têm de eleger Nicolás Maduro como presidente. Peço isso de coração", afirmou, durante seu pronunciamento na TV.

Foram mais de três décadas de vida política na Venezuela, que começou quando ele se formou em ciências e artes militares na Academia Militar da Venezuela, aos 21 anos.

Natural de Sabaneta, oeste da Venezuela, Chávez nasceu a 28 de julho de 1954. Ele era o segundo de seis filhos dos professores Hugo de los Reyes Chávez e Elena Frías de Chávez. Sua infância e adolescência, vividas em Sabaneta e Barinas, também no oeste do país, foram marcadas pelo gosto por esportes e artes – o presidente chegou a escrever alguns contos e obras de teatro.

Em 1975, ingressou na Academia Militar da Venezuela, e não demorou muito para que se tornasse tenente-coronel, em 1990. Sua ideologia esquerdista e a identificação com Simón Bolívar, um dos heróis da independência da Venezuela, o levaram a fundar o Movimento Bolivariano Revolucionário 200 (MBR200), que pregava a reforma do Exército e a mudança da ordem constitucional vigente.

Em fevereiro de 1992, orquestrou um golpe de Estado contra o então presidente Carlos Andrés Pérez, que estava envolvido em denúncias de corrupção. A tentativa fracassou e Chávez foi levado à prisão, onde permaneceu por dois anos. Já em 1997, ele fundou o Movimento Quinta República (MVR), agremiação pela qual venceu as eleições presidenciais do ano seguinte, com 56,5% dos votos.

Assim que tomou posse, em 1999, Chávez dissolveu o Congresso e convocou um referendo para a instauração de uma Assembleia Nacional Constituinte. Das 131 cadeiras, 120 pertenciam a aliados do então presidente. A nova Carta, aprovada por 71,21% dos eleitores, mudou o nome do país para República Bolivariana da Venezuela, outorgou maiores poderes ao Executivo, extinguiu o Senado – o Parlamento virou unicameral – e aumentou os direitos culturais e linguísticos dos povos indígenas. Novas eleições presidenciais foram realizadas em 2000, e Chávez foi reeleito com 59,7% dos votos.

Em 2002, o país passou por uma grave crise política depois que Chávez demitiu gestores da PDVSA – a petrolífera estatal venezuelana, que controla 95% da produção nacional – e substitui-los por gente de sua confiança. Opositores organizaram um golpe de Estado em abril do mesmo ano, que foi seguido de um contragolpe dois dias depois, já que forças leais a Chávez perceberam o clamor popular do líder. Com duração de 47 horas, este foi o golpe de Estado mais rápido da história.

Um referendo sobre a permanência de Chávez no poder foi realizado em agosto de 2004, e 58,25% dos votantes se mostraram favoráveis ao presidente. Em 2006, ele foi reeleito para um segundo mandato de seis anos. Mais uma vez, ele governou com grande apoio no Congresso, já que a oposição havia boicotado as eleições legislativas de 2005.

O primeiro revés veio no final de 2007, quando a população, após um plebiscito, negou uma reforma à Constituição. Em 2008, a oposição ganhou a prefeitura das duas maiores cidades do país, Caracas e Maracaibo, além de cinco Estados economicamente importantes (Zulia, Carabobo, Miranda, Táchira e Nueva Esparta).

Os revezes seriam em parte compensados em 2009, quando Chávez conseguiu a aprovação da reeleição ilimitada em um referendo no qual 54% dos votos foram favoráveis à proposta. Em 2012, ele disputou o pleito presidencial pela quarta vez e foi reeleito, mas não chegou a assumir o governo.

Aliados e inimigos
No campo da política externa, Chávez não escondia seu apreço por governantes como o boliviano Evo Morales, o equatoriano Rafael Correa e os cubanos Raúl e Fidel Castro, todos combatentes da diplomacia dos EUA. Por outro lado, era feroz crítico do governo da vizinha Colômbia, aliada dos EUA na América do Sul, e se desentendeu várias vezes com o ex-presidente colombiano Álvaro Uribe (2002-2010).

Ainda no âmbito regional, Chávez era o principal defensor da Alba (Aliança Bolivariana para as Américas), bloco de cooperação regional fundado em 2004 em oposição à Alca (Área de Livre Comércio das Américas), proposta impulsionada pelos EUA desde a década de 90, mas que nunca foi criada.

Em 2009, o presidente expulsou do país o embaixador de Israel, em represália à intervenção militar israelense na faixa de Gaza, em janeiro do mesmo ano. Por outro lado, era próximo do iraniano Mahmoud Ahmadinejad e dos ex-ditadores iraquiano Saddam Hussein (1937-2006) e Muammar Gaddafi (1942-2011). Também defendia o ditador sírio, Bashar al Assad, o que causava controvérsias, já que o regime árabe é acusado de promover uma violenta repressão à revolta popular que atinge o país.

Política interna
Enquanto presidente, Chávez trabalhou para diminuição da pobreza em seu país. Em 2003, ele implementou as "Misiones Bolivarianas", programas sociais voltados à população carente. Existem 26 missões – as mais conhecidas são a "Misión Robinson", que promove a alfabetização em regiões pobres, e a "Misión Barrio Adentro", que leva assistência médica a estas zonas.

Tais políticas contribuíram para a melhora na condição de vida dos venezuelanos. Segundo pesquisa do Instituto Datos, a renda da classe "E", a mais pobre do país e que concentra 15,1 milhões de pessoas (58% da população), aumentou 53% entre 2003 e 2004.

Antes, em 2001, ele havia baixado um decreto-lei conhecido como Lei dos Hidrocarbonetos, que fixou em 51% a participação do Estado no setor petrolífero – a Venezuela é o oitavo maior exportador mundial de petróleo, que representa 80% das exportações do país -- aumentou o preço dos royalties pagos por empresas estrangeiras pela exploração do líquido. A Lei de Terras e Desenvolvimento Agrário, do mesmo ano, estabeleceu a expropriação de terras improdutivas acima de 5.000 hectares.

Em 2007, em mais um gesto contra os opositores ao seu governo, o presidente decidiu não renovar a licença do canal de televisão aberta Radio Caracas Televisión (RCTV), que desde então é obrigada a transmitir via cabo.

Entre 2009 e 2010, o país sofreu uma grave crise energética após uma seca provocada pelo fenômeno climático El Niño. A oposição culpou o governo por não investir na área, e a população foi obrigada a fazer racionamento.

O dilema energético venezuelano persiste, e se juntou ao problema no sistema carcerário, explicitado após uma rebelião de mais de mil presos na cadeia de El Rodeo, a 40 km de Caracas, em junho de 2011, que deixou dezenas de mortos.

Herança familiar
Chávez deixa três filhas e um filho – três são fruto do casamento com Nancy Colmenares e uma nasceu da união com a jornalista Marisabel Rodríguez, de quem havia se separado em 2003. O ex-presidente ainda manteve um caso amoroso de dez anos com a historiadora Herma Marksman, enquanto estava com sua primeira mulher.

Fonte: www.uol.com.br

4.3.13

NOVOS POLICIAIS: A PARTIR DE HOJE(04/03/13) PERNAMBUCO GANHA UM REFORÇO NO POLICIAMENTO


Quase dois mil novos policiais para reforço da segurança em Pernambuco


Nesta segunda-feira (04), uma solenidade no Quartel do Derby, no Recife, marca a conclusão de curso de 1991 agentes de segurança para o estado. A formatura é para 1.375 soldados da Polícia Militar, 415 agentes e 201 escrivães da Polícia Civil. O governador Eduardo Campos deverá participar da cerimônia que começa às 8h30.

A iniciativa faz parte do plano de ações do Pacto Pela Vida, que recebeu investimentos de R$ 14 milhões para o treinamento da Polícia Militar e R$ 2,8 milhões para o curso de agente e R$ 1,3 milhão para o de escrivão.

Fonte: adeilton9599.blogspot.com

PESQUISADORES ANUNCIAM A CURA FUNCIONAL DA AIDS


Caso envolve um menino que contraiu a doença da mãe durante a gestação. Presença do vírus no organismo dele é tão débil que não há necessidade de tratamento

Uma equipe de virologistas dos Estados Unidos anunciou neste domingo o primeiro caso de cura funcional da Aids, envolvendo um menino que nasceu com o HIV transmitido pela mãe. Não se trata de uma erradicação do vírus, mas sua presença é tão débil que o sistema imunitário do organismo está em condições de controlá-lo sem qualquer tratamento anti-retroviral, explicaram os pesquisadores.

A única cura total da Aids oficialmente reconhecida ocorreu com o americano Timothy Brown, conhecido como o paciente de Berlim, declarado livre do HIV após realizar um transplante de médula óssea de um doador que apresentava uma mutação genética rara que impede o vírus de penetrar na células.

O transplante visava salvar Brown de uma leucemia. O menino em questão, que mantém o HIV sob controle, recebeu anti-retrovirais menos de 30 horas após seu nascimento. Durante a gestação, a mãe não foi tratada contra a Aids.

O tratamento precoce explica sua cura funcional, ao bloquear a formação de reservas de vírus dificilmente tratáveis, assinalaram os pesquisadores na 20ª Conferência Anual sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas (CROI), realizada neste final de semana em Atlanta, Geórgia.

Estas células contaminadas "adormecidas" relançam a infecção na maior parte das pessoas soropostivas semanas após a suspensão do tratamento com anti-retrovirais.

"A realização de uma terapia anti-retroviral muito cedo nos recém-nascidos pode permitir uma longa remissão sem anti-retrovirais, ao impedir a formação destas reservas virais ocultas", destaca a doutora Deborah Persaud, do Centro de Crianças do Hospital Universitário Johns Hopkins de Baltimore (Maryland), principal autora do estudo.

As análises mostraram uma redução progressiva da presença viral no sangue dos recém-nascidos, até o vírus se fazer indetectável no 29º dia de tratamento.

O menino foi tratado com anti-retrovirais até seus 18 meses de idade, quando o tratamento foi suspenso. Dez meses depois, os exames não detectaram qualquer presença do HIV no sangue.

O desaparecimento do HIV sem tratamento permanente é algo extremamente raro, e observado apenas em 0,5% dos adultos infectados, cujo sistema imunitário impede a reprodução do vírus e o converte em clinicamente indetectável.

Os tratamentos anti-retrovirais em mães portadoras do HIV durante a gestação impedem a transmissão do vírus para a criança em 98% dos casos, destacam os especialistas.

Fonte: ne10.com