2.4.11

LEMBRAM DELE? DEPOIS DE "LALAU" É O EX-JUIZ MAIS CONHECIDO NO MEIO POLICIAL.

O ex-juiz federal João Carlos da Rocha Mattos recebeu nessa sexta-feira (1º) o benefício de cumprir o resto de sua pena em prisão albergue domiciliar. O ex-magistrado foi condenado pelos crimes de formação de quadrilha (3 anos), denunciação caluniosa e abuso de autoridade (4 anos e 1 mês de prisão).

A decisão de conceder o benefício a Rocha Mattos foi dada pela juíza Maria Isabel Rebello Pinho Dias, da Vara de Execuções Criminal da Capital. Na prisão albergue domiciliar, o ex-magistrado cumprirá o restante da pena em liberdade - ele terá apenas a obrigação de voltar para a casa às 18 horas assim como ocorre com o ex-magistrado Nicolau dos Santos Neto, o Lalau.

Rocha Mattos já tinha autorização para trabalhar fora da prisão, pois havia estava no regime semiaberto. O ex-magistrado era visto sempre perto da Avenida Paulista, onde ele trabalhava em um escritório de advocacia de um ex-agente da Polícia Federal. 

Durante o tempo em que esteve preso, Rocha Mattos perdeu vários recursos nos tribunais superiores com os quais tentou anular as condenações que lhe foram impostas com base nas investigações iniciadas pela Polícia Federal em 2002, que serviram de base para a Operação Anaconda.

Primeira grande operação espetacular da PF, a Anaconda foi divisor de águas na história da corporação. Ela investigou a suposta venda de sentenças na Justiça Federal de São Paulo. Deflagrada em 30 de outubro de 2003, ela começou com os federais arrombando a porta do apartamento de Rocha Mattos, então titular da 4.ª Vara Criminal Federal de São Paulo, em Higienópolis, na região central. Ao todo, os federais interceptaram 181 linhas telefônicas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte:NE10.COM

MAJOR DA PM: " VOCÊS (PRAÇAS) DEVEM FAZER 25 ABORDAGENS POR DIA"

Ministério Público questiona abordagens "sem critério" da Polícia Militar

Promotores de Justiça pedem a revogação da ordem de realizar 25 abordagens diárias.
Por: Márcio Dornelles
O Ministério Público Estadual (MPE) enviou uma recomendação ao comandante geral da Polícia Militar, coronel Werisleik Pontes, pedindo a revogação de uma ordem que obriga policiais a realizarem 25 abordagens diárias e questiona a falta de "critério" para a busca pessoal. A determinação seria de um major, não identificado no documento.
Os promotores André Karbage e José Filho, que integram o Centro de Apoio Operacional Criminal, da Execução Criminal e Controle Externo da Atividade Policial (Caocrim), sustentam que abordagem sem suspeita ou ordem judicial fere o artigo 244 do Código de Processo Penal. A nota cita que os policiais que não cumprissem a ordem poderiam responder por uma infração disciplinar grave.
A recomendação foi enviada hoje (30) ao Comando da PM. Ainda de acordo com os promotores de Justiça, a determinação deve ser revogada imediatamente e os oficiais comunicados. "A submissão de todos os policiais a curso de aperfeiçoamento em abordagens a pessoas, a revogação de qualquer sansão disciplinar que, porventura, tenha sido imposta ao policial que não tenha cumprido a tal determinação e, ainda, a apuração da conduta do oficial pela expedição da ordem ilegal", pede o Ministério Público.
A Polícia Militar ainda não foi comunicada oficialmente. O relações públicas da Corporação, major Fernando Albano, afirmou desconhecer o ofício. "A PM aguarda a chegada da recomendação para analisar o teor do documento e se pronunciar oficialmente", disse. O coronel Werisleik Pontes foi procurado, mas estava impossibilitado de atender a ligação. O celular do promotor André Karbage, um dos autores da recomendação, estava desligado.

ASSISTA O MOMENTO EXATO DO ACIDENTE ENTRE ONIBUS NA AVENIDA CONDE DA BOA VISTA NO RECIFE-PE

TV JORNAL NOTÍCIAS - FIM DE UM TELEJORNAL DE MAI DE 20 ANOS

TV Jornal extingui o TV Jornal Notícias aquele que é apresentado as 19:00hs e demite Jornalistas

Telejornal da noite deixa de ser exibido após mais de vinte anos no ar

Na próxima segunda-feira, dia 4, os telespectadores que acompanham o jornalismo da TV Jornal não vão mais ter direito às informações veiculadas pelo TV Jornal Notícias. O telejornal, que havia passado por uma reformulação editorial há apenas dois meses, foi extinto. Dois jornalistas foram demitidos. 

Como sempre os argumentos da empresa são financeiros, a velha e cansada “contenção de custos”. Nenhum deles faz referência à utilidade pública do jornalismo. Nenhum que considere o fato de que um canal de televisão é concessão pública e, como tal, o que veicula se reveste de responsabilidade social. Retirar do telespectador a chance de ter mais uma oportunidade para se informar depõe contra esse pressuposto e é um atentando contra a pluralidade e democratização da informação. 

Assim, a matemática perversa dos patrões considera que tudo são números, inclusive gente. O que é incompreensível é que, na contramão dos bons ventos que sopram na economia em Pernambuco, do crescimento recorde do Estado em relação a outros estados do país e, consequentemente, na contramão das múltiplas oportunidades de bons negócios que vem contemplando o setor de publicidade, a emissora preferiu, o caminho mais "prático": extinguir produtos, postos e mercado de trabalho, ao invez de buscar novas oportunidades de receita, aproveitando o bom desempenho da economia. 

O Caderno de Mídia (suplemento da Revista Imprensa) do mês de março relata que “o investimento publicitário brasileiro chegou a R$ 76,2 bilhões em 2010, um faturamento 19% maior do que o ano anterior no país" e, ainda segundo a publicação, a perspectiva para este ano são as melhores possíveis. Sem contar que os empresários já economizaram, por ocasião da campanha salarial, ao não conceder um só centavo de aumento acima da inflação, diante do impasse em torno da questão do diploma para jornalistas. 


Mas, como sempre, a corda na lógica patronal dever arrebentar sempre no lado mais fraco, ou seja, o dos trabalhadores assalariados. No final do ano passado, a emissora já dava indícios do que estava por vir. Suprimiu na grade dois programas realizados pelo departamento de produção: o Nordeste Mais (sobre turismo) e dois com temática de variedades: Pernambuco em Alta e Câmera Dois. 

Passado o primeiro trimestre do ano, chegou a vez do jornalismo. Os trabalhadores apreensivos souberam, na última terça-feira ( 29 ) que o espaço do telejornal da noite, no ar há mais de vinte anos, foi suprimido. O lugar será ocupado pelo Povo na TV, um telejornal de comunidade, gravado, exibido no horário de uma da tarde e que será transferido para o horário do telejornal extinto. Isso significa, na prática, a subtração de vinte minutos dedicados à informação jornalística na grade local da emissora 

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Pernambuco lamenta e vem a público repudiar a decisão da TV Jornal, atitude que considera precipitada. Primeiro porque o momento é de investimento em todos os setores, como já foi dito; depois, porque o que a diretoria da empresa alega ser prejuízo, bem pode ser uma baixa pontual de receita passível de ser recuperada com uma boa dose de investimento e captação de novos clientes no mercado publicitário. Assim, não nos parece justificável a supressão de um telejornal tão importante para informar e prestar serviço à comunidade.

A Diretoria

Fonte: SINJOR PE - Sindicato dos Jornalistas do Estado de Pernambuco.

1.4.11

INCÊNDIO EM POSTO DE GASOLINA NA BR-101, JARDIM SÃO PAULO

Moradores que vivem próximos ao posto de gasolina Petromega, localizado na BR-101, na entrada de Jardim São Paulo, na Zona Oeste do Recife, viveram momentos de apreensão na noite desta quinta-feira (31) quando dois veículos - um caminhão e um carro Gol - pegaram fogo. Os veículos estavam estacionados ao lado do posto, que não chegou a ser atingido pelas labaredas. Ninguém ficou ferido.


Segundo o tenente Augusto, do Corpo de Bombeiros, o incêndio começou na parte dianteira do caminhão e logo destruiu todo o veículo, por causa da grande quantidade de material inflamável. Por causa da possibilidade das chamas atingirem o posto, três viaturas foram chamadas, mas apenas uma foi usada para extinguir o fogo. "Ainda não sabemos o que ocasionou o incêndio, mas iremos registrar a ocorrência e o Instituto de Criminalística (IC) vai iniciar a investigação", disse. 

Ainda segundo o tenente, o fogo foi controlado em cerca de 20 minutos. O dono do Gol, o frentista Pedro Leandro Barbosa trabalhava no momento do incêndio e tentou retirar o carro do local, mas as chamas aumentaram rapidamente. "Quando fui pegar as chaves e voltei, meu carro já tinha sido atingido. Foi muito rápido". Ele também disse que os funcionários do posto tentaram apagar o fogo antes da chegada os bombeiros utilizando extintores de incêndio.